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  • Rodrigo Viudes

MEMORÁVEIS

Denominações ‘por atacado’ imortalizam ilustres anônimos e personalidades em vias e áreas públicas de Marília. Projetos de lei do gênero são um para cada cinco nesta legislatura. Instalada, Comissão Processante abre prazo para defesa de vereadora acusada de ‘carteirada’. Confira bastidores da última sessão ordinária na ‘Resenha Camarária’.

ACIMA: Paulo Henrique Micheleti, Roberto Lopes Meira, Antonio Scalco e Pompeo Cezar. ABAIXO: Yan Kaue, Merry Nicolas, Marcos Aurélio e Pastor Chicó

Um lavrador convertido ao cristianismo que dedicou décadas de sua vida a colher almas. Um médico peruano reconhecido para cidadão mariliense. Uma faxineira que reorganizou seu destino como costureira. Um alfaiate que teceu a história de sua categoria na cidade; um professor de história que inspirou gerações de alunos e novos mestres e um soldado que deu sua vida na defesa de uma vítima em dia de folga.

Estas brevíssimas biografias são apenas algumas entre as mais de duas dezenas que ganharam endereço próprio pela aprovação ‘por atacado’ de projetos de lei de denominação de vias e demais áreas públicas que dominaram a pauta da sessão ordinária desta terça-feira (8) da Câmara Municipal de Marília.

Dos 21 nomes escolhidos pelos vereadores, 17 serão imortalizados em ruas e avenidas do loteamento Terras de São Paulo I e ainda uma academia ao ar livre, uma Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI), uma praça e a sala do Centro Operacional de Videomonitoramento do Programa Ronda Azul.

HOMENAGEADOS

Saiba quem são os novos ilustres anônimos e demais personalidades homenageados cujos nomes agora estão imortalizados em Marília. As informações constam nos currículos encaminhados pelos vereadores e pesquisas feitas pelo blog. Os dados referentes a Josepha Lopes Mascarin e Letícia Manna Gervásio não haviam sido enviados até a publicação deste post.

Antonio Scalco

Natural de Itápolis (SP), mudou-se para Marília aos cinco anos, em 1933. Empreendedor nato, fundou em 1957 a Indústria e Comércio de Transformadores Vibra. Em 1977, instalou a Serralheria União, que dirigiu até 1993. Aposentado, dedicou-se à paixão que herdou da mãe: a apicultura. Faleceu em 26 de dezembro de 2016, aos 88 anos, em Itápolis (SP). Era viúvo e deixou dois filhos: Antonio e Lucas.


Antonio Scalco: empreendedor nato, fundou empresas e ainda dedicou-se à paixão da mãe, a apicultura

Aparecida dos Santos

Nascida em Oscar Bressane (SP), cresceu na zona rural. Veio para Marília em 1974. Ocupou-se como faxineira, mas teve seu primeiro emprego apenas em 1987, como costureira. Permaneceu na profissão, pela qual foi muito requisitada, até sua aposentadoria, em 2016. Faleceu em 2019, aos 69 anos.

Armando Corredato

Outro bressanense que fez sua vida em Marília. Mudou-se de cidade ainda jovem em busca de estudos e tornou-se empresário. Por aqui, especializou-se no ramo de extração de areia. Católico praticamente, ele frequentava a Paróquia Maria Mãe da Igreja, no bairro São Miguel. Faleceu em 15 de dezembro de 2015, os 64 anos.

Benedito Corona

Foi ferroviário concursado pela extinta Companhia Paulista de Estradas de Ferro (1868-1971). Era de Itapira (SP). Passou como manobrador. Trabalhou no período de expansão da malha férrea na região. Faleceu em 25 de junho de 2018, aos 89 anos. Deixou três filhos: o subtenente da Polícia Militar e escritor, Amauri Corona; Maria Rosa Corona Fonseca e Vanilde Corona Gaspareto (in memorian). A viúva, Cristina Corona, está com 90 anos.

Cícera dos Santos de Almeida Pereira

Formada pelo extinto Centro Específico de Formação e Aperfeiçoamento do Magistério (Cefam), Cícera dedicou-se desde o início da profissão à Educação Infantil. Aprovada em concurso público 1996, foi para a Emei Criança Feliz. Além de crianças, também alfabetizou adultos. Formada pedagoga, dedicou-se por 21 anos à Educação da população carente do bairro Santa Antonieta. Faleceu em 7 de janeiro de 2018, aos 50 anos.

Florivaldo José de Novais

Nascido em Tupã (SP), Florisvaldo mudou-se para Marília em busca de uma vida melhor. Por 15 anos, trabalhou na Sasazaki. Deixou a empresa em 1995 e fundou seu próprio negócio: o ‘Flô Salgados’, um trailer que ficava próximo à Câmara Municipal. Santista e maqueano, ele perdeu o jogo da vida para a leucemia, em 2017.

Francisco Pereira Rodrigues

Cearense da sertaneja Senador Pompeu, Francisco conheceu Marília em 1943, aos 30 anos. Homem de origem simples, instalou-se no distrito de Amadeu Amaral para trabalhar na lavoura. Em 1949, converteu-se: passou a colher almas. Entre 1958 e 1984, pastoreou em cidades da região até sua aposentadoria. Pastor Chicó, como era conhecido, faleceu em 2004, aos 91 anos. Deixou nove filhos, 26 netos, 38 bisnetos e 10 tataranetos. A viúva Maria Rodrigues, faleceu na segunda (7), véspera da aprovação do projeto de lei em sua homenagem, aos 103 anos.

O saudoso pastor Chicó: o lavrador que trocou a roça para colher almas por décadas na região de Marília

José Maria Castilho Avelar

Nasceu no tempo que a paixão futebolística em Marília era alvirrubra. Mais do que isso: jogou no São Bento. Formado como técnico de segurança e medicina do trabalho pelo Senac, ele trabalhou em várias empresas da cidade, palestrou sobre o assunto e sempre pediu empenho a todos na prevenção de acidentes. Faleceu em 4 de maio de 2000. Deixou a esposa, três filhas e um filho.

Manoel Gaspar

Filho de imigrantes portugueses, nasceu em 12 de dezembro de 1928, uma dúzia de dias antes da publicação do decreto de criação do município de Marília. Foi o caçula de quatro irmãos. Começou a trabalhar ainda garoto como engraxate da estação ferroviária. Aos 17, tornou-se alfaiate e, aos 21, abriu sua própria alfaiataria para atender os ferroviários. Foi co-fundador da associação da categoria, à qual presidiu por duas vezes e atuou por quase cinco décadas. Era conselheiro, em 2005, quando faleceu, aos 77 anos.

Marcos Aurélio Pereira

O homenageado construiu carreira no serviço público municipal. Atuou inicialmente como vigilante em escolas municipais entre 2004 e 2009. Formado em Processos Gerenciais pelo Univem, prestou serviços à Secretaria Municipal de Administração e assumiu a coordenação da vigilância entre 2012 e 2017. Faleceu precocemente em 10 de junho de 2018, aos 43 anos. Deixou esposa e uma filha.

Marcos Aurélio Pereira dedicou-se ao serviço público municipal: nome está imortalizado na sala de videomonitoramento

Merry Nicolas Martinez Ramos

Nascido em Arequipa, no Peru, formou-se médico no Brasil, pela Universidade Federal do Paraná, em 1964. Pós-graduou-se na Fundação Carlos Chagas da Santa Casa, em 1966 e pela Fundação Escola de Medicina e Cirurgia, no ano seguinte – ambas, no Rio de Janeiro. Clínico geral e cirurgião, presidiu o antigo Hospital São Francisco de Marília por três vezes. Ele atendia no Pronto Atendimento (PA) da Zona Sul quando adoeceu. Ficou acamado por seis meses e não resistiu a uma Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Faleceu no dia 28 de março de 2020, aos 83 anos.

O médico Merry Nicolas Martinez Ramos: clínico geral e cirurgião peruano atuava no PA da Zona Sul em Marília

Osmar Silvestre

Nascido em Ipaussu (SP), cresceu e casou-se em Chavantes (SP). Formou-se em Química Industrial, História, Estudos Sociais e Pedagogia. Lecionou História em Vera Cruz e Getulina e ainda Organização Social e Política do Brasil (OSPB) e Educação Moral e Cívica por mais de duas décadas na escola estadual “Gabriel Monteiro da Silva”, em Marília, onde se aposentou, em 1993. Culto, inspirou alunos que também se encaminharam ao magistério. Faleceu em 2018, aos 78 anos.

Paulo Henrique Micheleti

O ‘PH’ ou ‘Alemão’, como era conhecido, nasceu no seio do comércio. Começou sua carreira como auxiliar do pai na empresa da família: a farmácia São Sebastião. Tempos depois, abriu seu próprio negócio de conserto de portas. No começo dos anos 2000, entrou em sociedade para a instalação da Maritelas, ainda hoje referência em seu segmento na cidade. Faleceu em 2 de julho de 2016 em decorrência de complicações no fígado e nos rins, a um mês de completar 45 anos.

Um dos fundadores da Maritelas, Paulo Henrique Micheleti partiu pouco antes de completar 45 anos de idade

Pompeo Cezar

Natural de Ribeirão Preto (SP), era casado com Yolanda Fontana Cezar. Teve três filhos: Antonio Fernando, Ivone e Valdyr Cezar – este último, o ‘cacique’ da Chácara O Circo. Faleceu em 29 de janeiro de 2007.

Roberto Lopes Meira

Foi um investigador de polícia. Antes, porém, trabalhou como bancário no Banco Meridional entre 1988 e 1990 – ano em que também foi atendente da Câmara Municipal de Marília, de junho a outubro. Iniciou a carreira na polícia civil em 22 de outubro de 1990. Foi assassinado com cinco tiros em setembro de 2008 pelo ex-colega Ademir Spolaor. O crime ocorreu dentro da delegacia de Oscar Bressane (SP). Meira tinha 40 anos. Deixou dois filhos.

Sebastião Roberto

Natural de Mirai (MG), veio ainda muito jovem para o estado de São Paulo em busca de trabalho. Arrendou terras nos distritos de Avencas e Lácio para cultivar café e amendoim. Em 1977, trabalhou nos viveiros de café que existiam na rua Ribeirão Preto, na Vila Nova. Por fim, trabalhou como guarda noturno da família Ottaiano até de aposentar. Faleceu em 24 de maio de 2019, aos 85 anos, de causas naturais. Deixou a esposa Maria da Conceição e seis filhos. Entre eles, o vereador Maurício Roberto (Progressistas), que o homenageou.

O mineiro Sebastião Roberto foi homenageado pelo filho, o vereador Maurício Roberto (Progressistas)

Waldemar Brandão

Contado entre os pioneiros de Marília, nasceu em 20 de setembro de 1934 – pouco mais de cinco anos após o 5º aniversário da cidade. Trabalhou em empresas como Singer do Brasil e Ferreira da Costa. Nos últimos tempos, porém, dedicou-se à Educação, como inspetor de alunos do Colégio Assembleiano, onde era muito querido por todos. Faleceu no dia 25 de janeiro de 2020, aos 85 anos. Deixou esposa e três filhos.

Yan Kaue Santos Ferreira

Nascido em Marília, foi um policial militar. Ingressou na instituição por concurso público como soldado temporário em 21 de agosto de 2012. Exerceu a função até 19 de maio de 2015 no 9º Batalhão de Polícia Militar de Marília. Efetivado como soldado, foi transferido para o 4º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano, em São Paulo. Em 17 de fevereiro de 2017, Yan jantava em um restaurante quando presenciou um desentendimento. Ao intervir, foi baleado e morreu, aos 24 anos.

O soldado Yan Kauê Santos perdeu a vida na defesa de uma vítima agredida em um restaurante paulistano, em 2017

Valentim Teodoro do Souto

Natural de Alvorada do Sul (PR), veio para Marília em 25 de julho de 1990 encaminhado pela na qual trabalhava. Trabalhou em grandes empresas como Bertim, em Lins (SP) e Sasazaki, em Marília. Aposentou-se no final dos anos 2000. Generoso, passou a dedicar seu tempo a atividades sociais da igreja como a Pastoral de Rua, pela Paróquia Sagrada Família. Faleceu em 22 de setembro de 2018, aos 62 anos. Deixou a esposa Teresa Siqueira e dois filhos.

ESTATÍSTICA

Os vereadores denominam as áreas públicas por projetos de lei. Não há limite regimental para este tipo de propositura. Dos 310 já apresentados pela atual legislatura, 62 (20%) são de denominações. Ou seja: um para cada cinco.

“Às vezes há certa incompreensão da população quando esta casa vota este tipo de projeto. É um engano porque é de nossa responsabilidade o passado, a história da cidade e das pessoas que passaram e ajudaram a construí-la. Esta é uma forma de homenageá-las”, afirmou Luiz Eduardo Nardi (Podemos).

O oposicionista é o 2º quem mais apresentou projetos próprios de denominação nesta legislatura. Foram 12 – metade das suas propostas. Ele só fica atrás do presidente da Câmara, Marcos Rezende (PSD), que protocolou 14 – ou 20,2% de todos os 69 que produziu. José Luiz Queiroz (PSDB) é o único que não apresentou nenhum do gênero.


Luiz Eduardo Nardi : "É de nossa responsabilidade a história da cidade e das pessoas que ajudaram a construí-la"

PRAZO ABERTO

Instaurado oficialmente na manhã da última terça-feira (8) pela Câmara Municipal de Marília em uma audiência protocolar que durou menos de cinco minutos, a Comissão Processante (CP) que apura eventual quebra de decoro da vereadora Professora Daniela (PL) deu, enfim, o primeiro passo.

O presidente da CP, o líder do prefeito José Carlos Albuquerque (PSDB) comunicou o envio da notificação do processo legislativo à vereadora, que terá dez dias para entregar sua defesa por escrito. O prazo começará a contar a partir da data de recebimento do comunicado por funcionários da Câmara Municipal.
Sessão relâmpago: primeira reunião de 'CP da Carteirada' durou menos do que cinco minutos na última terça (8)

Até a tarde desta quinta-feira (10) ainda não havia a confirmação de que a vereadora tivesse assinado a notificação. Segundo o rito definido por legislação federal, após o recebimento da defesa a comissão formada ainda pelo relator, o vereador Mário Coraíni Junior (PTB) e por João do Bar (Progressistas) deverão emitir um primeiro parecer pela continuidade ou não da comissão processante.

A comandante do 9º BPMI de Marília, tenente-coronel Márcia Cristina Cristal Gomes: afastada por motivo de saúde

Segundo denúncia apresentada à Câmara e acolhida por unanimidade pelo plenário na sessão ordinária de 31 de agosto, Professora Daniela é acusada de ter praticado o crime de tráfico de influência – ou ‘carteirada’, no jargão popular – por conta do telefonema feito à comandante do 9º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPMI) de Marília, Márcia Cristina Cristal Gomes, para tratar da apreensão do próprio carro.

Capacidade comprovada: premiado com primeiro lugar em curso de trânsito, sargento Alan está de volta às ruas

O policial de trânsito envolvido na história, o sargento Alan Fabrício Ferreira acabou afastado por Cristal que, por sua vez, pediu licença do cargo por 15 dias por motivo de saúde. A comandante, que já responde a processo administrativo da Polícia Militar, também terá que prestar contas ao Ministério Público (MP), que abriu nesta semana um inquérito civil para apurar eventuais atos de improbidade administrativa que possa ter cometido.

O sargento Alan, que também responde processo administrativo na PM, já está de volta à fiscalização de trânsito. Enviado a um curso de atualização sobre patrulhamento nas ruas promovido pela própria corporação, ele conquistou o primeiro lugar.

RESENHA CAMARÁRIA #27

VEREADORA EM TRÂNSITO

Envolvida no polêmico episódio da suposta ‘carteirada’, que lhe rendeu uma comissão processante para responder em pleno período eleitoral, a vereadora Professora Daniela apareceu de novo no trânsito. Desta vez, rumo à Câmara Municipal mesmo. Ela ainda seguia de carro como passageira quando a sessão desta terça (8) começou. O jeito foi conectar-se com o plenário. Pelo próprio telefone, claro.

AFAGOS

Ainda no início da sessão, o vereador José Carlos Albuquerque citou a presença da colega no plenário. “Não poderia deixar de cumprimentar a vereadora desta Casa de Leis”, disse. Daniela agradeceu, mas avisou: “Eu ainda continuo vereadora, viu Albuquerque?”. Presidente da ‘CP da Carteirada’, o líder do prefeito, antes principal crítico da vereadora, tem procurado adotar um discurso mais ortodoxo ao cargo que resolveu ocupar.

OUTRO DELEGADO?

Quem ‘subiu de patente’ na última sessão foi o vereador João do Bar (Progressistas). Por um erro de redação, corrigido prontamente pela secretaria, o vereador foi citado como ‘delegado’ na pauta da sessão. O presidente Marcos Rezende (PSD) tratou de ler a ‘versão anterior’ no plenário. João riu. Por ora, o único ex-delegado de polícia nesta legislatura continua sendo Wilson Damasceno (PSDB).


No trilhos da fiscalização: Delegado Wilson Damasceno (PSDB) cobrou documentos de futuro Parque Linear

OUTROS TEMPOS

O ex-agente público, por sua vez, requereu do Executivo a cópia de todos os documentos relacionados à construção do Parque Linear em parte do trecho urbano da ferrovia. Ele citou como ‘proprietária’ dos trilhos a Rede Ferroviária Federal S.A. (Refesa). A estatal não existe desde 1999, quando foi privatizada. O ato falho não é por acaso. As referências de Damasceno com a ferrovia não são de hoje. Na juventude, ele vendeu guloseimas aos passageiros dos trens da Fepasa – outra empresa pública que já embarcou para a história.

DE OLHO EM TUDO

A presidência das sessões no modelo remoto exige uma atenção redobrada da presidência para perceber a prévia manifestação dos vereadores no monitor. Mesmo assim, Rezende ainda consegue reparar em tudo à sua volta. Notou, por exemplo, o sobe e desce de jornalistas e assessores nas escadarias que dão acesso às galerias, onde estava repórter da TV TEM, Priciele Venturini. “Tá explicado”, brincou.

PAUTA PRÓPRIA

A sessão se encaminhava para o final quando a vereadora Professora Daniela (PL) pediu a palavra. Ela encaminhou, de pronto, a inclusão de três de seus projetos para a sessão ordinária da próxima segunda (14). “A senhora vai fazer a pauta?”, indagou o presidente, ironicamente. A solicitação acabou aceita pelo plenário.

PAUTA DA SESSÃO ORDINÁRIA DESTA TERÇA (8)

I – PROCESSOS CONCLUSOS

1 – Discussão única do Projeto de Lei nº 97/2020, da Prefeitura Municipal, que autoriza o Poder Executivo a abrir créditos adicionais especiais e suplementares no orçamento vigente do município referentes à reestruturação e incremento do Museu de Paleontologia de Marília à aquisição de materiais de consumo e serviços da Secretaria Municipal de Obras Públicas e à construção e reforma do Centro Comunitário Integrado Waldemar Moreira (Nhô Constâncio) e dá outras providências.

APROVADO (por 11 votos e 1 abstenção). Aprovaram: Cícero do Ceasa (PL), Danilo da Saúde (PSB), Evandro Galete (PSDB), João do Bar (Progressistas), José Carlos Albuquerque (PSDB), José Luiz Queiroz (PSDB), Luiz Eduardo Nardi (Podemos), Marcos Custódio (Podemos), Mário Coraíni Junior (PTB), Maurício Roberto (Progressistas) e Delegado Wilson Damasceno (PSDB). Absteve-se: Professora Daniela (PL).

2 – Primeira discussão do Projeto de Lei nº 89/2020, da Mesa da Câmara, que denomina vias públicas do loteamento de interesse social Terras de São Paulo I, aprovado pelo Decreto Municipal nº 13010/2020.

APROVADO (por unanimidade, em 1ª e 2ª discussões)

3 – Primeira discussão do Projeto de Lei nº 77/2020, do vereador Wilson Damasceno (PSDB), que denomina Investigador Roberto Lopes Meira a Academia ao Ar Livre instalada na área localizada no entroncamento da rua Manoel Pinheiros Mattos com a Rua Hercílio da Silva Rocha, no bairro Jardim Santa Antonieta III.

APROVADO (por unanimidade, em 1ª e 2ª discussões)

4 – Primeira discussão do Projeto de Lei nº 78/2020, do vereador Marcos Rezende (PSD), que denomina Professora Cícera dos Santos Almeida Pereira a EMEI localizada na rua Waldir Bento Felix, nº 409, no bairro residencial Salvador Bassalobre (Montana III), no Distrito de Padre Nóbrega.

APROVADO (por 11 votos e 1 abstenção, em 1ª discussão). Aprovaram: Cícero do Ceasa (PL), Danilo da Saúde (PSB), Evandro Galete (PSDB), João do Bar (Progressistas), José Carlos Albuquerque (PSDB), José Luiz Queiroz (PSDB), Luiz Eduardo Nardi (Podemos), Marcos Custódio (Podemos), Mário Coraíni Junior (PTB), Maurício Roberto (Progressistas) e Delegado Wilson Damasceno (PSDB). Absteve-se: Professora Daniela (PL). Por 10 votos e 2 abstenções, em 2ª discussão. Aprovaram: Cícero do Ceasa (PL), Evandro Galete (PSDB), João do Bar (Progressistas), José Carlos Albuquerque (PSDB), José Luiz Queiroz (PSDB), Luiz Eduardo Nardi (Podemos), Marcos Custódio (Podemos), Mário Coraíni Junior (PTB), Maurício Roberto (Progressistas) e Delegado Wilson Damasceno (PSDB). Abstiveram-se: Danilo da Saúde (PSB) e Professora Daniela (PL).

5 – Primeira discussão do Projeto de Lei nº 80/2020, do vereador Cícero do Ceasa (PL), que denomina Marcos Aurélio Pereira a sala do Centro Operacional de Videomonitoramento do Programa Ronda Azul, localizada no térreo do Paço Municipal “Capitão Adorcino de Oliveira Lyrio”, na rua Bahia, nº 40, no centro.

APROVADO (por unanimidade, em 1ª e 2ª discussões)

6 – Primeira discussão do Projeto de Lei nº 85/2020, do vereador Maurício Roberto (PP), que denomina Praça Cabo PM Yan Kaue Santos Ferreira o sistema de lazer compreendido entre as ruas Hyraldo Santos Nunes, Guilherme Scheffer Neto e Sebastião Innocêncio de Oliveira, no bairro Jardim Damasco II.

APROVADO (por unanimidade, em 1ª e 2ª discussões)

7 – Primeira discussão do Projeto de Lei nº 86/2020, da vereadora Professora Daniela (PL), que denomina Praça Luiz Alves Cordeiro o sistema de lazer compreendido entre as ruas Carlos Ferreira de Souza, José Clemente Ribeiro e Victória Atallah, no bairro Jardim Marajó, anexa à EMEF Professora Nicácia Garcia Gil.

RETIRADO DA PAUTA (por unanimidade, a pedido da autora)

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